Hoje desenhei o teu corpo.
Com precisão e emoção,
Segurei a caneta com se fosse a tua vida
À qual eu não iria roubar o coração.
Mas, então o teu corpo entrelaçou-se noutro
E a minha tela ficou triste.
Eu, simplesmente pousei a caneta
Quando pela última vez me sorriste.
Nesse momento, um turbilhão de sentimentos
Surgiu dentro de mim…
E tive de escreve-los com toda a força,
Senão, não existiria um fim.
Janeiro 2010

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